06.01.08

Era uma vez, um menino chamado Jacob que vivia numa aldeia pequena e fria. No vigésimo dia de Dezembro nevava muito e as pessoas já começavam a fazer as compras. Elas conheciam-se umas às outras e era todas amigas, as crianças faziam favores aos adultos para o Pai Natal lhes dar muitas prendas, pois dizia-se que o Pai Natal só dava prendas aos meninos bonzinhos.

Chegou a noite, Jacob dormia, a meio da noite algo  de estranho aconteceu, Jacob levantou voo, mas dormia tão bem que nem reparou nisso, parecia que estava a ser levado por extraterrestres, de repente, “puff” , Jacob desapareceu. 

Quando acordou estava no meio do nada, só via neve, neve e  mais neve. Começou a andar, sem saber para onde ia e sem companhia. Passado mais ou menos um quarto de hora, vê uma grande fábrica, ele espreita e vê o Pai Natal, as suas renas e os duendes que trabalhavam para ele.

 Jacob foi descoberto e o Pai Natal perguntou:

-Quem és tu? Como vieste cá parar?                           

E, ele respondeu com um ar assustado:

-Eu sou o Jacob. Não sei, eu estava a dormir.

-Oh, oh, oh –riu o Pai Natal com as mãos na barriga – E tens te portado bem?

-Sim. – respondeu Jacob um pouco mais confiante.

-Vem conhecer a minha fábrica. - disse o Pai Natal.

-Ok. – respondeu Jacob

 Ele estava espantado com a quantidade de brinquedos que via.

O Pai Natal olhou Jacob sem que ele desse por isso, viu o seu ar de contente e perguntou:

-Queres ver as Renas?

-Claro. –respondeu ele.

-Apresento-te a Dó, a Ré, o Mi, a Fá e o Sol. –apresentou o Pai Natal.

-Que giras, magnificas. – elogiou Jacob.

Já era dia 24 de Dezembro e a aldeia estava muito preocupada com o desaparecimento de Jacob, andavam todos a procura dele, até já começavam a inventar boatos.

 De volta a terra desconhecida, Jacob perguntou ao Pai Natal:

-Como é que vou voltar a casa?

O Pai Natal olhou para ele, pensou e sorriu embora não se notasse muito bem por causa daquelas barbas grandes,  e depois respondeu:

-Não te preocupes com isso, confia em mim.

 Chegou a noite e aldeia estava toda a dormir, excepto a família de Jacob, a mãe foi à janela suspirou, olhou para o céu e viu um trenó com muitas luzinhas, as engraçadas renas, o Pai Natal e o menino Jacob. O Pai Natal perguntou:

-Falta qualquer coisa não falta? – esperou um pouco e disse – Força Jacob.

Ele riu e gritou:

-Oh, oh, oh!

A família veio toda à janela e riram-se.

O Pai Natal parou o trenó e Jacob perguntou:

-Entre senhor Pai Natal.

O Pai Natal não hesitou e disse:

Jacob, já estás pronto para seres o suplente do Pai Natal.

 A família fez um grande questionário ao Pai Natal para satisfazer as suas curiosidades.

Até que Jacob fez a pergunta preferida do Pai Natal:

-Quer comer qualquer coisa e beber?

-Sim, para comer temos muitos bolos caseiro e beber só ginjinha de Óbidos e vinho.

-infelizmente não tenho tempo para provar todos esses bolos – mas o Pai Natal não resistiu – mas posso provar alguns.

Jacob voltou a perguntar:

-Mas onde era aquele sitio?

O Pai Natal olhou para ele preocupado e disse:

-Não sei, querem me ajudar a encontrar um nome?

-Sim!!!!!!!!!!!- respondeu alegremente.

Jacob teve uma ideia e disse-a:

-Que tal, Pólo Norte?

-Fica bem. – respondeu o Pai Natal.

  Entretanto o Pai Natal foi se embora.

  E assim se conheceu o Pólo Norte, o Pai Natal suplente e Jacob ficou com a certeza de que o Pai Natal existia.

 

Afonso Vassalo

 

publicado por Margarida às 01:13

Página destinada à publicação dos trabalhos dos alunos do 8º C - 07/08
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